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Alexandre Pagliarini e Ministro Francisco Rezek lançam livro sobre Direitos Humanos

O livro é organizado pelo especialista do Instituto Millenium Alexandre Coutinho Pagliarini, em parceria com o professor da DIREITO GV Dimitri Dimoulis. O evento de lançamento da obra foi palestrado por Alexandre Pagliarini, Dimitri Demoulis e Francisco Rezek, ex-ministro do STF e ex-juiz da Corte Internacional de Haia.

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LIVROS DO ADVOGADO DR. ALEXANDRE C. PAGLIARINI

O Prof. Dr. Alexandre Coutinho Pagliarini, referência em Direito Internacional e Constitucional, reúne em sua trajetória diversas obras jurídicas que contribuem para o debate acadêmico e prático do Direito.

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Leitura indispensável para estudantes, profissionais e pesquisadores do Direito.

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Os conceitos de estrangeiro e o perigo da xenofobia

Alexandre Coutinho Pagliarini
22/08/2011
4 min de leitura
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AULA SOBRE NACIONALIDADE

Prof. Dr. Alexandre Coutinho Pagliarini, Pós-Doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Lisboa, Doutor e Mestre em Direito do Estado pela PUCSP e Professor convidado do Catedrático Jorge Miranda nos cursos de Licenciatura, Doutorado e Mestrado em Direito da Universidade de Lisboa e da Universidade Católica Portuguesa. Em palestra proferida no XVIII Congresso Brasileiro de Direito Constitucional e Cidadania, aborda o tema da “Nacionalidade”.

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ALEXANDRE PAGLIARINI ENTREVISTA O PAI DA REDEMOCRATIZAÇÃO PORTUGUESA

O Prof. Dr. Alexandre Pagliarini teve a honra de entrevistar o renomado Dr. Jorge Miranda, considerado um dos principais responsáveis pela redemocratização de Portugal após a Revolução dos Cravos.

Jurista consagrado e um dos autores da Constituição Portuguesa de 1976, Jorge Miranda compartilhou reflexões sobre democracia, direitos fundamentais e o papel do Direito Constitucional na consolidação de regimes democráticos.

A conversa fez parte das atividades acadêmicas do Prof. Pagliarini, que atua como pesquisador e professor de Direito Constitucional e Internacional, sempre promovendo o diálogo entre o pensamento jurídico brasileiro e europeu.

Confira aqui.

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Sem acesso a bancos? Entenda possíveis sanções contra cúmplices da censura e familiares

A aplicação de sanções da Lei Magnitsky contra o que o governo americano vem chamando de “cúmplices da censura” passou a ser tratada, nos últimos dias, como mais do que mera especulação no Brasil.

Declarações recentes de autoridades americanas indicam que alguma medida vai ser adotada em resposta às violações da liberdade de expressão e perseguição a opositores, especialmente aquelas que afetam pessoas vivendo em território americano.

A incerteza sobre quais sanções poderiam ser aplicadas e a quem exatamente elas se destinariam tem alimentado expectativas no Brasil desde o ano passado, quando Donald Trump venceu as eleições presidenciais. O tema ganhou força na semana passada depois que o secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que “há uma grande possibilidade” de que medidas concretas sejam adotadas em relação ao Brasil.

Isso foi reforçado na quinta-feira (29) pelo Bureau of Western Hemisphere Affairs (Gabinete de Assuntos do Hemisfério Ocidental), que publicou uma mensagem em português, provavelmente para alertar as autoridades brasileiras: “Nenhum inimigo da liberdade de expressão dos americanos será perdoado”.

Nas redes sociais, tem circulado a ideia de que as sanções poderiam ter impacto muito além da perda de visto pelo ministro Alexandre de Moraes, afetando outros ministros e também familiares deles e outros cúmplices da censura.

Há quem cogite, por exemplo, um bloqueio automático de contas bancárias, suspensão de cartões de crédito e congelamento de bens até mesmo no Brasil. Dois juristas consultados pela Gazeta do Povo, especialistas em Direito Internacional e Comercial, pregam cautela em relação a essas hipóteses.

Em primeiro lugar, lembram eles, nem todo sancionado pela Lei Magnitsky está sujeito a todas as sanções previstas por essa lei só porque entrou na lista de sancionados.

A sanção mais provável, e também a mais simples de ser aplicada, é a revogação ou negação de vistos para entrada nos Estados Unidos. Essa medida não exige homologação no Brasil para ter efeito, porque se trata de um ato soberano do governo americano. Nesse ponto, os juristas consideram bastante provável que o ministro Alexandre de Moraes perca o visto de entrada nos EUA, com efeito imediato, e não descartam que o mesmo ocorra com outras autoridades e familiares.

“Os Estados Unidos, enquanto no exercício da sua soberania, pode aplicar, sim, a lei contra autoridades brasileiras. Não poderia contra o presidente da República, que tem livre acesso enquanto representante da soberania brasileira. Mas quaisquer outras autoridades públicas podem ter que responder nos termos da Lei Magnitsky, inclusive os seus familiares. Essa autoridade pública, seja lá quem for, pode, sim, além de ter o visto cassado, ter bloqueios de bens e contas bancárias e suspensão de autorizações comerciais”, afirma Alexandre Coutinho Pagliarini, pós-doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Lisboa e especialista em Direito Internacional.

Em relação ao bloqueio de contas bancárias e transações comerciais, contudo, ainda que as sanções sejam aplicadas, o alcance do efeito delas é uma questão mais complexa.

Escrita por Leonardo Desideri | Brasília | 30/05/2025 às 21:05

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/sem-acesso-a-bancos-entenda-possiveis-sancoes-contra-cumplices-da-censura-e-familiares/
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Pagliarini pesquisa na Espanha

Na Universidad de León, Espanha, o advogado e professor Dr. Alexandre Coutinho Pagliarini está a investigar a relação da “promessa” na pacta sunt servanda que se aplica tanto ao Direito dos Tratados quanto ao Direito das Obrigações. O orientador é o catedrático Juan Antonio García Amado, considerado o mais importante filósofo do Direito da Espanha.

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MICHELLE TRINDADE, MEDIADORA da superintendência do trabalho. Mesa redonda!

A mesa-redonda das quintas-feiras tem sido um instrumento eficaz e necessário para mediar eventuais desacordos no cumprimento das normas trabalhistas envolvendo a categoria frentista e o setor econômico patronal. Na foto:o mediador da Superintendência Regional do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Luiz Fernando Favaro Busnardo, os representantes do Sinpospetro, Gesséia Alves e Alehandro Soares, e Michelle Trindade Leite Pagliarini, da Superintendência Regional do Trabalho-MTE. O Sinpospetro de Curitiba busca atuar em todas as instâncias do poder público para garantir os direitos da categoria frentista.

FONTE: http://sinpospetro.org.br/2024/06/13/mediador-da-superintendencia-do-trabalho-mesa-redonda/